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O Homem de Bem

O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.

Deposita fé em Deus, na sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a sua permissão nada acontece se se Lhe submete à vontade em todas as coisas.

Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.

Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.

Possuindo do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar para alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.

Allan Kardec

Investindo em cursos e Sonhos.

Como vai Galera?

Eu me inscrevi na Mindvaley e está valendo a pena, também me inscrevi no curso de MBA de Gestão e Empreendedorismo na UFF, bem como no Curso de Psicanálise da SBPC. E ual, como as coisas estão encaminhando para o melhor.

Voltei até a sonhar, e como todo sonho tem uma resposta para traumas sofridos estou aqui para registrar.

Eu estava em um local para entrar em uma festa que fui convidado por um Indivíduo Japonês de Renome, não sabia quem ia estar lá e fui sozinho. Haviam duas filas, uma V.I.P e uma Comum. Eu estava buscando um lugar na V.I.P. cheguei no último minuto e o responsável me deu duas entradas, que pareciam com aquelas fitas que destacávamos de impressoras antigas mas bem pequenas.

Eu fui dar então uma volta antes de entrar, e coloquei os bilhetes no bolso, daí quando voltei dei um bilhete para uma conhecida, que tinha um interesse superficial. Ela deixou para entrar depois e eu Entrei.

Quando entrei, haviam dois quartos, um era para uma namorada com a qual já fiz o Monólogo Audiovisual, G the Mean – Normalidade, Esquizofrenia e Espiritualidade no meu canal, quem já conferiu?

Daí ela estava com vestido tradicional Japonês segurando um bebê, que ao entrar na festa não estava bem.

O Responsável pela veio ate ela, e eu não me comunicava com ela há muito tempo. Porém, eu a cumprimentei.

Ele Colocou um braço sobre ela e o outro sobre mim, eu percebi que ele usava as mãos de maneira igual.

Então eu inverti a minha mão.

Suei muito.

Após o ato o bebê melhorou, e ela saiu com o marido.

Tive uma conversa com o anfitrião e ele acabou se tornando meu M.E.T.O.R.

Uma outra namorada estava também na festa com uma turma de amigos que eu conhecia.

E foi assim que acordei…

Abraços a todos.

Trabalho de Conclusão de Disciplina

A Esquizofrenia como Autoficção e dispositivo de Reflexão.

Reflexões sobre o Monólogo G the Mean – Normalidade, Esquizofrenia e Espiritualidade.

Disciplina Estudos da Cena Teatral

Aluno Gustavo José Meano Brito

Professora Andrea Stelzer

Especialização em Teatro Contemporâneo

Universidade Estácio de Sá

2021

Temos neste trabalho a apresentação do curta-metragem: G the Mean – Normalidade, Esquizofrenia e Espiritualidade, monólogo de aproximadamente 33 minutos realizado na forma de  um gênero de autoficção. Ele foi agraciado com a Prêmio de Ideias da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Niterói, e em virtude de ter ganho como ideia foi produzido pelo aluno Gustavo José Meano Brito e lançado no dia 28 de maio de 2021, dia Internacional da Esquizofrenia, com aproximadamente 350 visualizações, em 24 horas, no seu lançamento no YouTube @GaleradaOST, e 172 visualizações no canal do YouTube pessoal de Gustavo Meano “G the Mean .’.”; no resumo da obra a Personagem G the Mean, ou nome de batismo Gustavo José Meano Brito, é considerado esquizofrênico em 2003, por estar sendo chamado, por seus amigos, e confundido com um complexo de Jesus, pela psiquiatria tradicional. Ele dialoga com o telespectador, e passa “flash backs” durante a trama. Chega ao fim, levando o público, ao momento atual, o aqui e o agora, onde é tratado como Bipolar Afetivo II, mantendo sua sanidade com remédios, terapia e trabalho voluntário no grupo de saúde mental “Mentes em Ação”, ligado ao Instituto de Psiquiatria da Universidade do Brasil (IPUB) – UFRJ, onde atua como coordenador, seu trabalho pode ser visto na internet no site do mentes em ação www.mentesemacao.org

Após ser aposentado em 2012, ele  mantem com desejo pela vida, através do voluntariado, e com estudos nas mais diversas áreas, seja em escolas livres, como a Oficina Social de Teatro (OST), ou universidades, como o último curso Tecnólogo de Processos Gerenciais (ESTÁCIO DE SÁ), e este de Especialização em Teatro Contemporâneo, objeto do presente trabalho; o que revela o estudo como uma arma potente para a resistência, ele descobre na arte o poder de resistir e viver a sua Jornada do Herói (CAMPBELL, & J. MOYERS, B). O curta foi posteriormente  agraciado com a seleção no edital de Ativos Culturais de Prefeitura de Niterói, e hoje se encontra também disponível no Acervo da Prefeitura de Niterói. O mesmo pode ser encontrado no link: https://youtu.be/dX3sla1LVMc ,no Canal do YouTube G the Mean .’.; ou junto a Secretaria de Cultura de Niterói

Segundo (NASCIMENTO), existe uma confusão entre a autoficção com a autobiografia e o dispositivo de reflexão deve ser visto como um não gênero, sendo um dispositivo ou categoria reflexiva. Ele sita a Reflexão Crítico e Escritor de Serge Duoubrousky, onde seria autofição ou biografia, e Nascimento sugere um novo termo, a Alterficção.

A autoficção seria ainda um fator inventivo tendo em vista que através dela temos uma oportunidade de expressar através da arte a vida, mas em que pondo se confunde a autoficção como uma mera biografia, ou algo a mais, neste sentido surge o termo cunhado na década de 70 por nascimento que se diz Alterficção, esta pelo compreendido em seu artigo seria algo a mais, um que além de uma biografia, saindo desta e passando a contar uma nova história em cima da história da vida real do personagem principal, que é a própria pessoa que narra a história. Neste sentindo a contemporaneidade desta forma de arte está livre de uma regra implícita.

LJEUNE (1975) Fala que para existir uma real autoficção deve existir um pacto de verdade. Uma existência da poética autoral versus estética ledora. Segundo ele, nós devemos conservar o espírito que a autobiografia não é uma ficção produzida em fatos particulares. Neste sentido colocamos a vivência de Gustavo Meano, quando colocado como esquizofrênico pela medicina tradicional. Repleto de estigma por ser considerado doente da mente. Tendo como suas ações uma verdade absoluta divina, praticada há 2022 anos atrás pelo próprio Cristo, porém de maneira mais aceita pelos seus seguidores e familiares, ainda que dita blasfêmia pela sua religião, o judaísmo, e julgado loucura por Roma, na Figura do Imperador. Em sua autobiografia, Gustavo, faz uma reflexão sobre a sua própria “doença” e tratamento recebido há época, para fazer uma reflexão de suas próprias atitudes depois de suas conclusões ao longo dos seus 18 anos de “Loucura”. Cabe aqui a pergunta: – Seria os sintomas esquizofrênicos uma Alterficção da própria mente do afetado por seus pensamentos desviantes por algum motivo psicológico ou fisiológico da frente ao padrão da “Normalidade”?

Inúmeros filmes de Hollywood e peças tem tratado do tema da Loucura. O indicado para o Oscar “Coringa”, com ator vencedor do Oscar, é um que trata de como um indivíduo pode se comportar diante de um tratamento interrompido. O próprio Shakespeare em Hamlet coloca a loucura como tema central de um príncipe que ao buscar o “Eu sou”, derruba toda uma corte, possuidora de inúmeros defeitos. A personagem Coringa é tão aceita como redentora de inúmeros seguidores, pelo fato de as pessoas não verem naqueles que são detentores do poder uma divisão igualitária dos bens e reconhecimento. – Estaria o Coringa certo em suas ações?

No filme recentemente lançado “Matrix Ressurreição”, a Personagem Thomas Anderson, passa por dilemas e é constantemente colocado a frente de uma terapia, que o prende em um “looping” fornecendo energia para a Matrix. No decorrer da trama, Matrix 4 se revela uma verdadeira Alterficção, dentro da ficção do Matrix 1. Não é toda a arte criativa do teatro e do cinema, uma verdadeira para-realidade, na qual todos nós somos colocados para pensar. Revendo nossos conceitos primários oriundos da nossa educação familiar, escolar e de vida?

Rotterdam (2003), no Livro o Elogio da Loucura, coloca para o leitor em sua narrativa como a personagem Loucura, vê a sociedade de sua época.  Sendo assim,  segundo (Kantorski et all) nessa obra a loucura é trabalhada no texto como uma personagem presente na sociedade e, em especial, nas atitudes humanas, vai ser a componente base da apresentação das idéias de Erasmo acerca do humanismo renascentista. Ver a loucura como uma personagem é uma ficção, ou uma alterficção?

Programas de reality shows são uma grande sensação hoje em dia, e por este motivo  gostaria de colocar aqui neste trabalho uma leitura dos mesmos como um tipo de ficção ou realidade. Quando os participantes se defrontam com seus dilemas pessoais, e de relacionamento dentro das regras de cada programa teríamos uma autobiografia se realizando na medida que o programa passa “on line”, 24 horas por dia, 7 dias por semana, como o Big Brother Brasil da TV Globo, de acordo com a licença da Endemol. Situando este nesta linha de pensamento, temos dois públicos, um que assiste 24 horas por dia, e um que assiste a parte editada pela emissora. Os responsáveis pela edição e direção do programa guiam o público a uma realidade aparente do que acontece, em qual nível de imparcialidade este programa atua perante os que veem na edição ou na sua possível análise em todos os segundos de sua transmissão. Reflete-se aqui o poder da mídia sobre esta forma de exibição onde todos estão sujeitos a uma verdade absoluta ou relativa. É possível ficar acordado 24 horas, 7 dias por semana, por 3 meses. Obviamente que não! Neste sentido ninguém tem como realizar uma real confiança do que realmente acontece. Além disso, são diversos participantes formando uma história, na qual um é vencedor, aquele que passa a maior verdade? Ou que segundo as regras, possui um conjunto de sorte nas dinâmicas internas e externas, estas como a reflexão do público na sua parcela que se dedica ao sistema BBB e passa horas votando pelo seu Herói da semana. Fica claro que o poder de votar, mais de uma vez por alguém transfere aos espectadores dedicados uma influência que transpassa uma eleição normal de um voto só, como as vias de regras normais da política. George Orwell em o Grande Irmão teria previsto o fenômeno, que sustenta a arrecadação da TV Globo por um ano inteiro?. E os governos que observam a tudo e todos através de suas câmeras colocadas em todos os lugares, invadindo a privacidade de seus cidadãos, por um “Bem Maior”, ou “Dominação”?

Vem ainda o pensamento sobre a palavra que mais aparece nas mídias gerais hoje e que seria um excelente tema para discutir Alterficção. As “Fake News“, seriam estas uma verdadeira convicção de quem as propala? Obviamente que o termo já o diz, o fato de serem falsas notícias são uma questão de ordem na qual o indivíduo que as divulga, político ou não o faz para seguir uma linha de pensamento que deve ser confrontada para a realização de uma perspectiva mais próxima do pacto da verdade de um assunto. Quantas vezes temos na autobiografia fatos que não são agradáveis e são romantizados ou pelos escritores, roteiristas ou diretores. Visando fazer algo que agrade o público e seja de real monetização.

Aqui temos a linha que se faz muito importante para a Arte, e neste sentido temos que sou de encontro que a simples Arte pela Arte, vale a pena teoria que remonta a Aristóteles, somente consolidada no século XVIII. Arte pela arte é um sistema de crenças que defende a autonomia da arte, desligando-a de razões funcionais, pedagógicas ou morais e privilegiando apenas a Estética. O primeiro formulador deste termo, foi Alexander Baumgarten, que criou a palavra “estética” em 1750, e a definiu como alheia à moral e até mesmo ao prazer. Kant logo em seguida aprofundou a questão dizendo que o prazer estético é desinteressado e não visa outras coisas além de si mesmo, o que encontrou apoio nas idéias de Schelling e Hegel. Em 1804, Benjamin Constant sumarizou o debate cunhando a expressão “arte pela arte”. Seria a Autoficção um prazer estético desinteressado do eu pelo eu, como diz Kant? (Wikipédia: acesso https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_pela_arte em 28 de dezembro de 2021).

Concluindo, chegamos a conclusão de que o trabalho de Gustavo Meano foi um tipo de autobiografia com uma perspectiva de sua alterficção em virtude de seu quadro de saúde, que permanece como uma idealização de realização na sua Jornada do Herói, que será provada, ou não na sua transcendência, caso este venha se tornar um mito, e influenciar pessoas mesmo posteriormente a sua existência. A liberdade de crenças, e segundo a sua, ele é um indivíduo oriundo do centro dos multiuniversos e multidimensões, para viver neste sistema humildemente, tendo que passar por todas as etapas para se recordar de quem realmente é, e no fim voltar a sua unidade que está presente na sua criatividade e existência no todo, deixando aqui um legado, a Fundação Sociedade do Amor, e a Universal Love Enterprises. Confrontando está ideia, faz-se uma ideia, segundo nosso entendimento após este trabalho. Seria seu curta uma alterfição, dentro da sua experiência demonstrada na no seu trabalho G the Mean – Normalidade, Esquizofrenia e Espiritualidade. Desta arte, resta dizer: – A vida vale a pena ser vivida, e experiênciada pela arte, seja qual for a sua denominação e estética: autoficção; autobiografia ou  alterficção.

Biografia

AUTOFICÇÃO COMO DISPOSITIVO: ALTERFICÇÕES. NASCIMENTO, E. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.12957/matraga.2017.31606

LEJEUNE, Philippe. Le pacte autobiographique. Paris: Seuil, 1975.

______. Le Pacte autobiographique, vingt-cinq ans après. In: ______. Signes de

vie: le pacte autobiographique 2. Paris: Seuil, 2005. p. 11-35.

CAMPBELL, & J. MOYERS, B. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 1990. 288p.

ARTE PELA ARTE. Wikipédia: acesso https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_pela_arte em 28 de dezembro de 2021.

Leonardo Prado Kantorski, Luciane Prado Kantorski, Karen Jeanne Cantarelli, Ticiano Duarte Pedroso, Guilherme Emanuel Weiss Pinheiro, Uiasser Thomas Franzman. O CONCEITO DE LOUCURA NA OBRA “ELOGIO DA LOUCURA” DE ERASMO DE ROTTERDAM. Acesso: http://www.here.abennacional.org.br/here/n2vol1ano1_artigo2.pdf

ROTTERDAM, E. Elogio da Loucura. Vol.278. Porto Alegre: L± 200

Meus votos

Bons votos de ano novo com um poema, invistam com tudo no que acreditam. Assumam e enfrentem as suas metas. Leiam o #sutradolotus e as #quatronobresverdades qualquer uma das muitas versões
1) por inumeráveis que seja@ os seres, comprometo@e a liberta-los;
2)Por infindáveis que sejam a ignorância e as paixões, comprometo-me a extingui-las;
3)Por insondável que seja o Dharma, comprometo-me a aprendê-lo;
4)Por inatingível e absoluta que seja a verdade do Buddha, comprometo-me a alcançá-la
Palestra:
Os 4 Grandes Votos Budistas para inspirar o Ano Novo, com a Prof.a. Lúcia Helena Galvão @novaacropolebrasil

Meilleurs voeux du Nouvel An avec un poème, investissez avec tout ce en quoi vous croyez. Assumez et affrontez vos objectifs. Lisez le #suradolotus et le #quatronobresverdades l’une des nombreuses versions
1) peu importe le nombre d’êtres, je les engage et les libère ;
2) Peu importe combien l’ignorance et les passions sans fin peuvent être, je promets de les éteindre;
3) Aussi insondable que soit le Dharma, je m’engage à l’apprendre ;
4) Aussi inaccessible et absolue que soit la vérité du Bouddha, je m’engage à l’atteindre
Conférence:
Les 4 grands vœux bouddhistes pour inspirer la nouvelle année, avec Prof.a. Lúcia Helena Galvão @novaacropolebrasil

Best New Year’s wishes with a poem, invest with everything you believe in. Take on and face up to your goals. Read the #sutradolotus and the #quatronobresverdades any of the many versions
1) no matter how many beings, I commit and release them;
2) No matter how endless ignorance and passions may be, I promise to extinguish them;
3) As unfathomable as the Dharma is, I am committed to learning it;
4) As unattainable and absolute as the Buddha’s truth is, I commit myself to achieving it
Lecture:
The 4 Great Buddhist Vows to Inspire the New Year, with Prof.a. Lúcia Helena Galvão @novaacropolebrasil

I migliori auguri di Capodanno con una poesia, investi con tutto ciò in cui credi. Affronta e affronta i tuoi obiettivi. Leggi il #sutradolotus e il #quatronobresverdades una delle tante versioni
1) non importa quanti esseri, li impegno e li rilascio;
2) Per quanto infinite possano essere l’ignoranza e le passioni, prometto di estinguerle;
3) Per quanto insondabile sia il Dharma, mi impegno ad impararlo;
4) Per quanto irraggiungibile e assoluta sia la verità del Buddha, mi impegno a raggiungerla
Conferenza:
I 4 grandi voti buddisti per ispirare il nuovo anno, con il Prof.a. Lucia Helena Galvão @novaacropolebrasil
Dharma

voto

amor

love

dharma

lotus

Sino

Poema “Sino” Escrito em 23/12/21 às 19:57 p.m. Sta Rosa Niterói RJ BR

Ares soletram

Músicas silenciam

Piano sem teclas

Cordas ressoam

Dimensões se aproximam

Barreiras guerreiam

Vida que segue

Negue

bbb

bbb22

natal

mágica

sino

ares

músicas

piano

cordas

teclas

dimensões

barreiras

vida

negue

Mágica

Poema “Mágica” Escrito em 23/12/21 as 19:47 p.m. Em Santa Rosa Niterói Rio de Janeiro Brasil

O carvão molha

A água queima

O beijo mata

Adeus aproxima

Visão cega

Avanço afasta

Rubrica Cancela

Servidão Liberta

Fogo Apaga

Diz a Maga

bbb

bbb22

natal

cafe

sorte

magical

magica

carvão

água

beijo

adeus

visão

cegueira

rubrica

servidão

fogo

magica

Dois

Façam poemas, recitem, vivenciem experiências, na vida real, pessoalmente, no YouTube, na sua mente, seja de forma individual ou coletiva.
Gustavo Meano

Poema “Dois” Escrito em 23/12/21 às 19:32 p.m.

A noite raiou

Nossa festa acabou

Enquanto você chega

Eu estou de partida

Partes de um Dilema

Soluções de um Problema

Lógica de Sistema

Raridade

Solução.

gustavmean

bbb

bbb22

natal

poemas

noite

sistema

raridade

solução

pravocê

phi

proporçãoaurea

Sonho de 20 de novembro de 2021

Antes de dormir li um pouco do Uma biografia em Livros do C. G. Jung, e resolvi pesquisar sobre o meu último analista Jungana Henrique Fountora, e pensei em uma possível volta a fazer sessões com ele.

Eu estava em um ambiente me divertindo e encontrando pessoas, parecia que já tinha estado lá, era uma rua sinuosa com uma elevação onde tinha uma casa. Eu encontrei com participantes de BBBs passados anteriormente, primeiro com a Juliette eu puxo papo com ela e falo, Juliette coloquei o nome do meu Crush na internet mas apareceu a sua foto, ela disse é o nome, então eu respondi que era o nome de família Freire, tipo Paulo Freire. Depois relatei que queria entrar no BBB22 e ela disse que iria chamar algumas pessoas e vinhetas o Zulu e outros supostamente participantes do BBB, então falaram que iriam me ajudar. Falaram vamos fazer umas fotos e vídeos, eu estava com uma ceroula frouxa, uma camisa e fiquei numa posição onde todos me observavam. O fotógrafo veio com um drone, e passava pela minha cabeça e depois fechava duas das suas azas no meu nariz e batia fotos. Eles falavam sobre eu ter pinto pequeno ou grande, dois eram homossexuais queriam algo comigo e um falava que pinto bom é pequeno que cabe na boca certinho. Enquanto isto tinha deixado minhas coisas num bar no final da sala de refeição na qual eu passei voando por cima das pessoas como um tapete mágico, e tinham muitos entre as mesas indo para ocupara as mesas da frente, mas eu já tinha me alimentado em um outro local, e cheguei loco ao destino que era o uma bancada onde deixei minhas coisas, as coisas ficaram e fui encontrar a Juliette, eu falei para ela que tinha um roupão do BBB21 do líder e queria usar, ela falou pega lá, mas eu não conseguia colocar direito, todos foram e eu fui pegar minhas coisas, daí minha carteira estava molhada e sem nada dentro. Filipinho estava no sonho e eu achei que tinham roubado minha carteira, mas não era isso que tinha acontecido, Filipinho disse que tinha aprontado comigo, tinha tirado todos os cartões colado no vidro da parede e colado Jornais rasgados por cima dos cartões e eu por este motivo não conseguia ver, eu pegava posteriormente mas não colocava na carteira, Eu colocava um em cima do outro e fazia um bolo grande de cartões e como se fossem dinheiro de plástico.

Sonho de 20 de novembro de 2021, dia da Consciência Negra e Cristo Rei aproximadamente 5:50 da manhã horário que acordei.

O número 6174

A questão do número 6174 é resolvida não pela lógica matemática, mas pela intuição e simbolismo. São feitas diminuições de números de 4 dígitos. Primeiro se coloca o número na ordem decrescente, e depois na ordem crescente, se diminui um pelo outro 8 vezes e se chega sempre ao número 6174. Para entender é preciso pensar fora da caixa. Oito vezes, devemos ver como um oito deitado, pois oito deitado é o símbolo do infinito. São 4 algarismos numéricos, menos 4 algarismos numéricos, a soma dá oito, ao total são 16 números de 4 dígitos envolvidos. Conforme postei no meu perfil do instagram. Se ficássemos só pela matemática ficaríamos infinitamente tentando achar uma solução, eis a questão o infinito do número de quatro dígitos #6174 está na questão que transcende, que é a Morte. Pois vai além, para entender a morte, precisa-se morrer, entramos então num campo, místico religioso. Este número funciona como #Enigma da Esfinge para se entender o infinito e a própria morte. No caso da esfinge ou vencer o medo do não conhecido até então. Dilema filosófico de ver além do muro, ou não achar louco quem viu fora da caverna. Chamada Constante Kaprekar. Para esquentar o papo, o número 4 na china é tido por muitos como uma questão a ser evitada, pois foneticamente parece com a palavra morte. Mesma questão que rolou com a nova Empresa www.meta.com em Israel. Somos cientistas supersticiosos? Devemos ir além da razão na interpretação dos problemas da humanidade! Eu amo a Intuição!