A Unidade – O Chamado

E deus andava só na sua eterna existência.

Ele ao se ver Deus depois de muito tempo se bastar em si mesmo, ser amor infinito, e se regir em nome de si com poderes universais da criação perceber que poderia criar seres para lhe acompanhar na sua eterna jornada, e criou os primeiros seres, os Seres de Luz, capazes de fazer fusão e viver baseados na própria existência.

Estes seres eram eternos como ele, e por muito tempo foi feliz com estes que viveram fora da sua unidade existencial, esta luz dividida a partir da luz inicial que Deus criou fez a inteligência do Espírito da Verdade, o primeiro “um” dos homens, que por muitos é conhecido como Adão. Só que quando Jesus, este mesmo um nasceu, inserido no judaísmo não poderia se lembrar das suas existências anteriores e na sua existência suprema evoluiu tremendamente com auxílio de seres de luz que tem capacidade de viajar do passado para o futuro e o fizeram na sua programação viajando do início da criação, enviados por G (Deus, D’us, G’d) para orientar “Gesú” em seus pensamentos, palavras e ressureição, expandindo entre a existência dos homens o ponto no centro do círculo pulsando a existência de G (A inteligência).

O sentido do Amor, que mesmo perfeito chegou a errar, como errou quando adão, ao desobedecer, e se tornar deus, podendo com a mulher que é deusa, criar um novo ser, antes do momento certo que Deus os iria revelar essa possibilidade, já que se faz necessária preparação para criar e organizar a matéria dita imóvel, mais ainda para criar matéria viva, como a existência de um novo ser, capaz de gerar raciocínio, e manipular outros seres, e a matéria do reino mineral. Este erro foi cometido pois como ele ainda estava como humano, estava distante da fonte da unidade que é G.

Se erra para aprender que a solução maior está no fazer e viajar pelo tempo, espaço levando a mensagem de fé, caridade, esperança e amor.

O amor universal que é o eixo do universo, que é a unidade, o grande pontal que forma as unidades livres, o farol de luz que as guia na matéria e na anti-matéria do todo e do nada, pois este é eterno na sua busca por G’s iguais a ele que escrevam a sua própria potência, cuja trajetória é um labirinto da sua existência para a mesma frequência da unidade.

G

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